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Arriscando a liberdade
por Charles R. Swindoll

Gálatas 5:1; Gálatas 5:13a; João 8:32; João 8:36; 2Coríntios 3:17; Gálatas 5.4b
Existe uma coisa que todos nós queremos ser, precisamos ser, devemos ser, mas poucos realmente são. Apenas uma porcentagem muito pequena da família de Deus pode declarar corajosamente e honestamente: “Eu sou_________”.
Apesar disso, pensamos que ela é boa e dizemos que é justa. Amamos seus benefícios e defendemos o seu valor.
Embora seja nossa por direito, não a temos. Embora esteja disponível para desfrutarmos, não o fazemos. Ela é suportada biblicamente e teologicamente, ordenada por Deus e desejada pelos homens, mas é raro o cristão se aproximar dela com entusiasmo.
Do que estamos falando? Liberdade. Queremos ser livres, precisamos ser livres, devemos ser livres. Mas espere, Deus realmente diz que está tudo bem? Você decide.
Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. (Gálatas 5:1)
Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. (Gálatas 5:13a)
E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. (João 8:32)
Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres. (João 8:36)
Ora, o Senhor é o Espírito, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade. (2Coríntios 3:17)
Tem mais, muito mais. De fato, existe uma carta inteira no Novo Testamento dedicada a esse tema. É a epístola aos Gálatas, que alguém intitulou de “magna carta da liberdade cristã”. Excelente descrição. Sente-se e leia depressa. Ela foi projetada para libertá-lo. É tão forte que diz que todos que escolheram permanecer escravizados caíram da graça (Gálatas 5.4b). Uau!
Liberdade e escravidão, como você vê, são absolutamente incompatíveis, opostas. Uma é aberta para fora e a outra está atrás das grades.
O uso incorreto é outro modo de se referir ao risco. Você dificilmente poderá usar incorretamente a escravidão, mas certamente pode usar equivocadamente a liberdade. Muitos o fazem, o que traz à tona as seguintes questões: “Com tal potencial de uso incorreto, será que é realmente sábio ensinar aos cristãos que eles são realmente livres?” Não é arriscado promovermos a liberdade e assim vivermos pela graça e sermos livres para nos tornarmos quem realmente somos?
Pode crer que sim.
Admito que isso é uma coisa muito difícil de se fazer, mas preservar e promover a liberdade de um indivíduo ao deixá-lo ser responsável, tomar decisões, determinar escolhas (mesmo que sejam as erradas, ocasionalmente) e arcar com as consequências de seus atos é a chave para desenvolver a liberdade ao invés de uma mente cativa e escravizada.
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Obrigado pela valorosa parceria. Deus abençoe!
Radio abençoadíssima e maravilhosa!
Bom dia na paz de cristo! Primeira vez aqui, e estou amando os louvores...
Parabéns irmãos pela programação. Estou sendo edificada pela mensagem .Amei a radio.
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"Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;" Apocalipse 3:15-16
Pensamento: Esse texto é conhecido entre o povo de Deus. E muitos se consideram "quente", pois na igreja adoram intensamente ao Senhor, cantando, pulando, orando e louvando com toda sua energia. Mas isso não é suficiente, repare no que diz o texto, está se referindo não as nossas emoções e a razão, e sim às nossas obras! Portando amados, nossas obras não podem ser "mornas", devemos agir com a mesma emoção e intensidade do nosso louvor, praticando obras segundo a vontade de Deus. Não há meio termo, não há como ficar em cima do muro, nosso testemunho de vida, deve manifestar claramente a glória e amor de Deus que está sobre cada um de nós.














