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A língua
por Charles R. Swindoll

Tiago 3:6-8
A língua – quantos contrastes! Para os médicos é somente uma mucosa que reveste um complexo sistema de músculos e nervos que permitem ao nosso corpo mastigar, provar e engolir. É o maior órgão da comunicação, e que nos permite articular sons distintos para entendermos uns aos outros.
Sem a língua, nenhuma mãe conseguiria cantar para que seu filhinho dormisse à noite. Nenhum embaixador poderia representar adequadamente o país. Nenhum professor poderia alcançar a mente dos estudantes. Nenhum pastor conseguiria confortar os espíritos atribulados. Todo o nosso mundo se reduziria a grunhidos e dúvidas. Raramente paramos para pensar sobre quão realmente valioso é esse estranho músculo de nossa boca.
Mas a boca é tão volátil quanto vital. Washington Irving foi o primeiro a dizer: “Uma língua afiada é o único instrumento de corte que se torna mais afiado com o uso constante”. Tiago, meio irmão de Jesus, foi o primeiro a alertar:
“A língua é um fogo… É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero.” (Tiago 3:6-8)
E não se parece nem um pouco com a fera brutal que é. Habilmente escondida atrás de portões de marfim, seus movimentos são intrigantes. Ela pode enrolar-se para um assobio camarada ou comandar um bocejo preguiçoso à tarde.
Mas cuidado! É só o seu dedão ser acertado por um martelo, ou o seu dedinho ser preso pela cadeira, que essa criatura escorregadia que fica em sua boca subitamente mostrará o lado violento de sua natureza.
É indomável. Ela desafia a domesticação. Podemos treinar falcões para pousar em nossos braços, cachorros para buscar nosso jornal, elefantes para se equilibrar sobre barris e tigres para sentar em tambores. Mas a língua? Impossível de se treinar!
Muitos homens ofereceram conselhos sobre como manter nossas línguas engaioladas.
Um filósofo grego admitiu: “Eu me arrependo frequentemente da minha fala, nunca do meu silêncio.”
O rei Davi é até mais sincero: “Vigiarei a minha conduta e não pecarei em palavras; porei mordaça em minha boca.” (Salmo 39:1)
Isso é o que precisamos fazer. Colocar uma mordaça justa e atenta nesse músculo de nossa boca. Arriar tão esperta criatura requer uma mente determinada. Com a ajuda de Deus, execute esses três passos iniciais:
Pense primeiro. Antes de movimentar os seus lábios, pare por dez segundos e mentalize suas palavras. Elas são precisas ou exageradas? Benéficas ou más?
Fale menos. Suas chances de estragar tudo são diretamente proporcionais à quantidade de tempo que você passa de boca aberta.
Comece hoje. Coloque a focinheira na sua boca agora. É um projeto que você já adiou por muito tempo.
Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento. (Provérbios 21:23)
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This is a test message.
Obrigado pela valorosa parceria. Deus abençoe!
Radio abençoadíssima e maravilhosa!
Bom dia na paz de cristo! Primeira vez aqui, e estou amando os louvores...
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"Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;" Apocalipse 3:15-16
Pensamento: Esse texto é conhecido entre o povo de Deus. E muitos se consideram "quente", pois na igreja adoram intensamente ao Senhor, cantando, pulando, orando e louvando com toda sua energia. Mas isso não é suficiente, repare no que diz o texto, está se referindo não as nossas emoções e a razão, e sim às nossas obras! Portando amados, nossas obras não podem ser "mornas", devemos agir com a mesma emoção e intensidade do nosso louvor, praticando obras segundo a vontade de Deus. Não há meio termo, não há como ficar em cima do muro, nosso testemunho de vida, deve manifestar claramente a glória e amor de Deus que está sobre cada um de nós.















